GENEROSA
Não é a coisa mais linda do mundo ver a filha oferecendo o meu peito para uma bebezinha bem menor que ela, que chorava desconsoladamente? Orgulho da minha generosa filha!
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
POSTAGEM COLETIVA - CRIAÇÃO COM APEGO
Hoje Isabel chorou para ficar na creche. Muitas mães tentariam deixar a criança o mais rápido possível com as cuidadoras, para "diminuir o sofrimento". Eu fiz o oposto: entrei, fui até o parquinho, brinquei com ela o quanto pude. Ouvi o choro, fiquei triste também. Abracei. Expliquei que a mamãe também não gosta de se separar, mas precisa trabalhar. Mais tarde eu volto. Depois de uns bons 40 minutos, ela finalmente concordou, saiu do meu colo e foi brincar com as outras crianças. Só então eu fui embora.
Dentre outros motivos, mudei de creche para ter o direito a essa despedida prolongada; a circular com ela pelo espaço onde ela passará grande parte do seu dia. Não tem problema ela chorar: o choro é a expressão do desagrado, e ela tem todo o direito de reclamar porque a mãe dela vai se afastar. Eu entendo e respeito esse sofrimento. Ela é pequena, mas é tão pessoa como eu ou você. E ninguém discute o meu, ou o seu direito a se sentir mal quando uma situação desconfortável se aproxima.
Quando Isabel era apenas um bebê, eu tentei seguir as orientações de deixar no berço chorando, não pegar muito no colo "para não acostumar". Minha mãe sempre me alertava dos terríveis riscos de se dormir com o bebê na cama, eu poderia derrubá-la ou esmagá-la durante o sono. Juro que tentei. Mas isso era agressivo demais para mim. Como simplesmente ignorar o sofrimento do meu bebê tão amado? Não consegui. Levei Isabel pra nossa cama, e é lá que ela dorme até hoje grande parte da noite. Por favor, não contem isso para a minha mãe!!
Isabel tem um ano e 8 meses, e até hoje ou é carregada no colo/sling ou vai andando com a gente. Carrinho não faz parte da nossa realidade. Isabel também mama sempre que me pede, te colo sempre que me pede, tem atenção sempre que me pede.
Mimada? Não acho. Ao contrário, ela é uma menina bastante independente, que passa bons momentos brincando sozinha no quarto dela, ou com outras crianças na pracinha. Mas ela sabe que, sempre que precisar ou quiser, eu estarei disponível. Mal alimentada? Também não. Isabel come de tudo, é muito gulosinha e apenas raramente (normalmente quando está doentinha) troca uma refeição pelo peito. Mas ela sabe que, sempre que quiser ou precisar, meus peitos estarão às ordens.
Quanto ao sono, é cada vez mais tarde o horário em que ela pede para ir para a nossa cama.
Acredito que, no momento oportuno, quando ela se sentir pronta para isso, ela vai querer andar com os próprios pés, dormir no próprio quarto a noite toda e vai perceber que já não precisa mamar para se sentir segura. No tempo dela; quando ela estiver pronta.
Críticos há muitos: não falta quem diga que "ela não precisa mais mamar", que "ela vai ficar mimada", que "eu estou perdendo a minha liberdade". Mas gente, quando optei por ser mãe, eu não estava justamente optando por fazer melhor pelos meus filhos? E o melhor não é dar amor? Amor, por acaso é algo que, em doses maiores, causa algum mal a quem o recebe?
Não acredito que seja. Assim como não acredito que dar o que a criança precisa seja mimar.
Ah, tem a tal da questão dos limites. Mas acho que quando ela abre mão da companhia da mãe (mesmo depois de 40 minutos de choro) para que eu vá trabalhar, ela está aprendendo que não pode ter tudo. Acho que quando ela divide meus carinhos com o pai (nossa tecnica para lidar com o ciúme dela é incluí-la no carinho), está aprendendo a dividir. Por que o limite tem que ser negar, pura e simplesmente, aquilo que a criança pede? Isso, para mim, é tortura e autoritarismo.
Descobri apenas essa semana que essa minha maneira "diferente" de ser mãe tinha nome e tantas adeptas. Que bom! Tomara que mais gente perceba que criar filhos é muito simples, é instintivo. E se o meu, o seu intinto é dar muito colo, dormir agarradinho e amamentar por horas, para quê negar? Para quê regular? Simbora ser feliz?
Hoje Isabel chorou para ficar na creche. Muitas mães tentariam deixar a criança o mais rápido possível com as cuidadoras, para "diminuir o sofrimento". Eu fiz o oposto: entrei, fui até o parquinho, brinquei com ela o quanto pude. Ouvi o choro, fiquei triste também. Abracei. Expliquei que a mamãe também não gosta de se separar, mas precisa trabalhar. Mais tarde eu volto. Depois de uns bons 40 minutos, ela finalmente concordou, saiu do meu colo e foi brincar com as outras crianças. Só então eu fui embora.
Dentre outros motivos, mudei de creche para ter o direito a essa despedida prolongada; a circular com ela pelo espaço onde ela passará grande parte do seu dia. Não tem problema ela chorar: o choro é a expressão do desagrado, e ela tem todo o direito de reclamar porque a mãe dela vai se afastar. Eu entendo e respeito esse sofrimento. Ela é pequena, mas é tão pessoa como eu ou você. E ninguém discute o meu, ou o seu direito a se sentir mal quando uma situação desconfortável se aproxima.
Quando Isabel era apenas um bebê, eu tentei seguir as orientações de deixar no berço chorando, não pegar muito no colo "para não acostumar". Minha mãe sempre me alertava dos terríveis riscos de se dormir com o bebê na cama, eu poderia derrubá-la ou esmagá-la durante o sono. Juro que tentei. Mas isso era agressivo demais para mim. Como simplesmente ignorar o sofrimento do meu bebê tão amado? Não consegui. Levei Isabel pra nossa cama, e é lá que ela dorme até hoje grande parte da noite. Por favor, não contem isso para a minha mãe!!
Isabel tem um ano e 8 meses, e até hoje ou é carregada no colo/sling ou vai andando com a gente. Carrinho não faz parte da nossa realidade. Isabel também mama sempre que me pede, te colo sempre que me pede, tem atenção sempre que me pede.
Mimada? Não acho. Ao contrário, ela é uma menina bastante independente, que passa bons momentos brincando sozinha no quarto dela, ou com outras crianças na pracinha. Mas ela sabe que, sempre que precisar ou quiser, eu estarei disponível. Mal alimentada? Também não. Isabel come de tudo, é muito gulosinha e apenas raramente (normalmente quando está doentinha) troca uma refeição pelo peito. Mas ela sabe que, sempre que quiser ou precisar, meus peitos estarão às ordens.
Quanto ao sono, é cada vez mais tarde o horário em que ela pede para ir para a nossa cama.
Acredito que, no momento oportuno, quando ela se sentir pronta para isso, ela vai querer andar com os próprios pés, dormir no próprio quarto a noite toda e vai perceber que já não precisa mamar para se sentir segura. No tempo dela; quando ela estiver pronta.
Críticos há muitos: não falta quem diga que "ela não precisa mais mamar", que "ela vai ficar mimada", que "eu estou perdendo a minha liberdade". Mas gente, quando optei por ser mãe, eu não estava justamente optando por fazer melhor pelos meus filhos? E o melhor não é dar amor? Amor, por acaso é algo que, em doses maiores, causa algum mal a quem o recebe?
Não acredito que seja. Assim como não acredito que dar o que a criança precisa seja mimar.
Ah, tem a tal da questão dos limites. Mas acho que quando ela abre mão da companhia da mãe (mesmo depois de 40 minutos de choro) para que eu vá trabalhar, ela está aprendendo que não pode ter tudo. Acho que quando ela divide meus carinhos com o pai (nossa tecnica para lidar com o ciúme dela é incluí-la no carinho), está aprendendo a dividir. Por que o limite tem que ser negar, pura e simplesmente, aquilo que a criança pede? Isso, para mim, é tortura e autoritarismo.
Descobri apenas essa semana que essa minha maneira "diferente" de ser mãe tinha nome e tantas adeptas. Que bom! Tomara que mais gente perceba que criar filhos é muito simples, é instintivo. E se o meu, o seu intinto é dar muito colo, dormir agarradinho e amamentar por horas, para quê negar? Para quê regular? Simbora ser feliz?
terça-feira, 22 de maio de 2012
A CABEÇA QUE EU TENHO HOJE
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado carrinho para a minha filha. Não somente por achar mais prático o sling, como por entender que criança precisa mesmo é ficar no colo da mãe, e não lá longe no carrinho. Sim. Para um bebê, a distância que ele fica da mãe que o empurra é enorme.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado aquela cadeira de alimentação master plus turbinada. Não somente por achar que ela hoje é um trambolho que ocupa muito espaço e é muito difícil de limpar, como por entender que criança precisa mesmo é de um lugar tranquilo onde ela possa aprender a comer, se sujar sem traumas. Um canto do chão forrado com plástico já basta.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado berço para ela. Não somente por achar antiprático levantar à noite para ir até o berço amamentar, como por entender que criança precisa muito do calor da mãe durante a noite. E mais tarde, precisa dormir num local que lhe permita autonomia para entrar e sair. Além de as grades do berço me darem, hoje, certa aflição semelhante à que me bate quando vejo pássaros em gaiolas.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria colocado tapete no quartinho da miúda. Não somente porque é um saco limpar aquilo, como por entender que quarto de criança precisa mesmo é ter espaço para a criança brincar.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria colocado mamadeiras, chuquinhas e afins na lista do chá de bebê. Tá tudo lá, embalado e sem uso, juntando poeira.
Mas mesmo que eu pudesse voltar no tempo, e me dissesse essas coisas todas, eu não acreditaria. A Mari grávida queria que a filha tivesse quarto de princesa, a cadeira mais cara e o carrinho mais cheio de opções. A Mari mãe descobriu que criança precisa mesmo é das coisas simples: do colo da mãe, de um pedaço de pano, correr descalça pela grama e mamar no peito.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, teria economizado bons tostões, e simplificado muito a vida minha e dela.
Ah, se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje...
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado carrinho para a minha filha. Não somente por achar mais prático o sling, como por entender que criança precisa mesmo é ficar no colo da mãe, e não lá longe no carrinho. Sim. Para um bebê, a distância que ele fica da mãe que o empurra é enorme.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado aquela cadeira de alimentação master plus turbinada. Não somente por achar que ela hoje é um trambolho que ocupa muito espaço e é muito difícil de limpar, como por entender que criança precisa mesmo é de um lugar tranquilo onde ela possa aprender a comer, se sujar sem traumas. Um canto do chão forrado com plástico já basta.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria comprado berço para ela. Não somente por achar antiprático levantar à noite para ir até o berço amamentar, como por entender que criança precisa muito do calor da mãe durante a noite. E mais tarde, precisa dormir num local que lhe permita autonomia para entrar e sair. Além de as grades do berço me darem, hoje, certa aflição semelhante à que me bate quando vejo pássaros em gaiolas.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria colocado tapete no quartinho da miúda. Não somente porque é um saco limpar aquilo, como por entender que quarto de criança precisa mesmo é ter espaço para a criança brincar.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, não teria colocado mamadeiras, chuquinhas e afins na lista do chá de bebê. Tá tudo lá, embalado e sem uso, juntando poeira.
Mas mesmo que eu pudesse voltar no tempo, e me dissesse essas coisas todas, eu não acreditaria. A Mari grávida queria que a filha tivesse quarto de princesa, a cadeira mais cara e o carrinho mais cheio de opções. A Mari mãe descobriu que criança precisa mesmo é das coisas simples: do colo da mãe, de um pedaço de pano, correr descalça pela grama e mamar no peito.
Se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje, teria economizado bons tostões, e simplificado muito a vida minha e dela.
Ah, se eu tivesse a cabeça que eu tenho hoje...
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
MITOS DO PARTO EM CASA - por Ana Cristina Duarte
Mitos do Parto em Casa I: a parteira chega a cavalo ou de bicicleta, e a tiracolo uma bolsa com 3 panos lavados e um livro de rezas.
Verdade: o material que vai no carro do profissional inclui oxigênio, máscara, ambu, material de sutura, anestésico local, instrumentos esterilizados, drogas para contenção hemorragia, luvas estéreis e outros 20 itens.
Mitos do Parto em Casa II: a parteira é uma senhora boa e rezadeira de 70 anos, que aprendeu o ofício com sua mãe.
Verdade: o profissional que atende parto domiciliar é médico, ou enfermeira obstetra, ou obstetriz, formados em cursos superiores e com experiência em atendimento de partos normais, com e sem complicações.
Mitos do Parto em Casa III: A idéia é nascer em casa custe o que custar, então se complicar, complicou, paciência.
Verdade: o parto começa em casa, mas acaba onde tiver que acabar. Se houver algum sinal de que talvez o parto possa vir a complicar, já é feita a remoção para o hospital.
Mitos do Parto em Casa IV: nos países da Europa onde existe o parto em casa, há uma ambulância na porta de cada mulher que está em trabalho de parto.
Verdade: PUTZ!!! Essa é a maior de todas as mentironas do século XXI! Não existe ambulância na porta em nenhum lugar do mundo!
Mitos do Parto em Casa V: Qualquer mulher pode conseguir um parto em casa.
Verdade: Mulheres que desenvolveram complicações não poderão ter um parto em casa, porque os riscos são aumentados.
Mitos do Parto em Casa VI: Se o bebê precisar de alguma coisa, ele vai morrer.
Verdade: Todo o material que tem para ajudar um bebê num hospital também está presente no parto em casa. Só não será possível fazer assistência a longo prazo pela falta de equipamento adequado.
Mitos do Parto em Casa VII: Se a mulher "rasgar" ficará aberta para sempre, amém.
Verdade: O profissional tem todo o material para reparação de lacerações, do anestésico aos fios especiais de alta absorção.
Mitos do Parto em Casa VIII: Um parto de baixo risco vira de alto risco de uma hora para outra
Verdade: Menos de 1% das complicações acontecem de uma hora para outra. A maioria são longas evoluções de horas e horas, até se configurar uma mudança de faixa de risco.
Mitos do Parto em Casa IX: depois do parto fica a sujeira para a família limpar
Verdade: Faz parte do atendimento do parto a limpeza completa de todo o ambiente onde o bebê nascer, a retirada dos vestígios de sangue, e a arrumação.
Mitos do Parto em Casa X: O parto em casa está proibido ou os médicos estão proibidos de atender parto em casa.
Verdade: Nâo existe qualquer proibição. O Conselho de medicina de SP publicou uma matéria de jornal interno dizendo que não aconselha. Isso não é proibição. O conselho tem todas as ferramentas legais para proibir, mas não o fez.
Mitos do Parto em Casa XI: Há grande risco de contaminação, pois não é possível esterilizar a casa.
Verdade: primeiro que o hospital não é esterilizado, pelo contrário, está cheio de bactérias resistentes. Segundo, que o parto normal não ocorre em local estéril em qualquer lugar do planeta.
Mitos do Parto em Casa XII: O bebê tem que ficar em observação depois que nasce, por isso precisa de enfermeiros no hosiptal.
Verdade: O bebê fica em observação pela equipe após o nascimento e tal qual no hospital ficará em alojamento conjunto com a mãe, recebendo as visitas diárias até a "alta".
Mitos do Parto em Casa I: a parteira chega a cavalo ou de bicicleta, e a tiracolo uma bolsa com 3 panos lavados e um livro de rezas.
Verdade: o material que vai no carro do profissional inclui oxigênio, máscara, ambu, material de sutura, anestésico local, instrumentos esterilizados, drogas para contenção hemorragia, luvas estéreis e outros 20 itens.
Mitos do Parto em Casa II: a parteira é uma senhora boa e rezadeira de 70 anos, que aprendeu o ofício com sua mãe.
Verdade: o profissional que atende parto domiciliar é médico, ou enfermeira obstetra, ou obstetriz, formados em cursos superiores e com experiência em atendimento de partos normais, com e sem complicações.
Mitos do Parto em Casa III: A idéia é nascer em casa custe o que custar, então se complicar, complicou, paciência.
Verdade: o parto começa em casa, mas acaba onde tiver que acabar. Se houver algum sinal de que talvez o parto possa vir a complicar, já é feita a remoção para o hospital.
Mitos do Parto em Casa IV: nos países da Europa onde existe o parto em casa, há uma ambulância na porta de cada mulher que está em trabalho de parto.
Verdade: PUTZ!!! Essa é a maior de todas as mentironas do século XXI! Não existe ambulância na porta em nenhum lugar do mundo!
Mitos do Parto em Casa V: Qualquer mulher pode conseguir um parto em casa.
Verdade: Mulheres que desenvolveram complicações não poderão ter um parto em casa, porque os riscos são aumentados.
Mitos do Parto em Casa VI: Se o bebê precisar de alguma coisa, ele vai morrer.
Verdade: Todo o material que tem para ajudar um bebê num hospital também está presente no parto em casa. Só não será possível fazer assistência a longo prazo pela falta de equipamento adequado.
Mitos do Parto em Casa VII: Se a mulher "rasgar" ficará aberta para sempre, amém.
Verdade: O profissional tem todo o material para reparação de lacerações, do anestésico aos fios especiais de alta absorção.
Mitos do Parto em Casa VIII: Um parto de baixo risco vira de alto risco de uma hora para outra
Verdade: Menos de 1% das complicações acontecem de uma hora para outra. A maioria são longas evoluções de horas e horas, até se configurar uma mudança de faixa de risco.
Mitos do Parto em Casa IX: depois do parto fica a sujeira para a família limpar
Verdade: Faz parte do atendimento do parto a limpeza completa de todo o ambiente onde o bebê nascer, a retirada dos vestígios de sangue, e a arrumação.
Mitos do Parto em Casa X: O parto em casa está proibido ou os médicos estão proibidos de atender parto em casa.
Verdade: Nâo existe qualquer proibição. O Conselho de medicina de SP publicou uma matéria de jornal interno dizendo que não aconselha. Isso não é proibição. O conselho tem todas as ferramentas legais para proibir, mas não o fez.
Mitos do Parto em Casa XI: Há grande risco de contaminação, pois não é possível esterilizar a casa.
Verdade: primeiro que o hospital não é esterilizado, pelo contrário, está cheio de bactérias resistentes. Segundo, que o parto normal não ocorre em local estéril em qualquer lugar do planeta.
Mitos do Parto em Casa XII: O bebê tem que ficar em observação depois que nasce, por isso precisa de enfermeiros no hosiptal.
Verdade: O bebê fica em observação pela equipe após o nascimento e tal qual no hospital ficará em alojamento conjunto com a mãe, recebendo as visitas diárias até a "alta".
segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
RECEBI ESTE POR E-MAIL, NÃO SE A AUTORIA...
OS DEZ MANDAMENTOS DA MATERNIDADE:
1 - RENUNCIARÁS A UMA CASA LIMPA;
2 - POSSIVELMENTE, NUNCA MAIS TERÁ UMA CONVERSA SEM SER INTERROMPIDA;
3 - APRENDERÁS A FAZER COMPRAS AS PRESSAS;
4 - NÃO COBIÇARÁS A VIDA SOCIAL DA PRÓXIMA;
5 - AGORA DEVERÁS REALMENTE HONRAR TUA MÃE;
6 - NÃO TERÁS TODAS AS RESPOSTAS;
7 - NÃO MAIS PRECISARÁS DE UM RELÓGIO COM ALARME;
8 - DEVERÁS FAZER CINCO TENTATIVAS FRUSTRADAS ATÉ CONSEGUIR SAIR DE CASA;
9 - PERGUNTARÁS A TI MESMA O QUE FAZIAS COM TEU TEMPO;
10 - SABERÁS QUE TUDO ISSO VALE A PENA.
OS DEZ MANDAMENTOS DA MATERNIDADE:
1 - RENUNCIARÁS A UMA CASA LIMPA;
2 - POSSIVELMENTE, NUNCA MAIS TERÁ UMA CONVERSA SEM SER INTERROMPIDA;
3 - APRENDERÁS A FAZER COMPRAS AS PRESSAS;
4 - NÃO COBIÇARÁS A VIDA SOCIAL DA PRÓXIMA;
5 - AGORA DEVERÁS REALMENTE HONRAR TUA MÃE;
6 - NÃO TERÁS TODAS AS RESPOSTAS;
7 - NÃO MAIS PRECISARÁS DE UM RELÓGIO COM ALARME;
8 - DEVERÁS FAZER CINCO TENTATIVAS FRUSTRADAS ATÉ CONSEGUIR SAIR DE CASA;
9 - PERGUNTARÁS A TI MESMA O QUE FAZIAS COM TEU TEMPO;
10 - SABERÁS QUE TUDO ISSO VALE A PENA.
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